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Você sabe quais atitudes e comportamentos fazem a diferença no mercado de trabalho?

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Trabalhar em um ambiente corporativo exige clara habilidade de convivência e de relacionamento interpessoal. Em um mercado altamente competitivo, não basta ter uma formação acadêmica e experiência profissional para se destacar em uma empresa. O comportamento do funcionário diante dos desafios diários faz, de fato, a diferença na organização. E mais: suas atitudes o conduzirão para uma maior sinergia dentro da equipe e contribuirão para gerar mais produtividade. É esse o perfil do profissional que as organizações buscam.
Mas quais atitudes e comportamentos são esperados? Em qualquer companhia, o profissional deve se comportar de forma ética, ser respeitoso com seus colegas de trabalho e ter atitudes positivas. Segundo Jorge Martins, diretor da Bullseye Executive Search, consultoria de recrutamento e seleção de executivos, a proatividade e a parceria também continuam sendo pontos importantes. “Para a empresa, é fundamental ter profissionais que de fato se envolvam com seus compromissos e desenvolvam relacionamentos que facilitem a resolução dos problemas inerentes às suas atividades”, explica.
Independentemente do cargo ocupado dentro da empresa e do formato físico das áreas de trabalho, o profissional deve ter uma boa conduta profissional. Hoje, a maioria das companhias está buscando inovações. Antes, o convívio entre os funcionários era dividido em áreas e setores, sendo esses locais separados por divisórias, baias ou salas. Agora, muitas organizações optam por uma nova estrutura física das áreas de trabalho. São os chamados coworking e open space. O primeiro é um modelo de trabalho que se baseia no compartilhamento de espaço e recursos de escritório, reunindo pessoas que trabalham não necessariamente para a mesma empresa ou na mesma área de atuação. Já o segundo, consiste na formação de um grande escritório sem paredes ou baias. “O modelo open space é uma tendência mundial e a estrutura fica mais inteligente e dinâmica. As principais vantagens são o aumento da interação entre os funcionários e a melhora do tráfego de informações, resultando no aumento do conhecimento de todos os assuntos e a proximidade entre gestores e seus times”, ressalta Martins.
Mas será que os profissionais estão preparados para essa nova realidade? João Paulo Balbino era funcionário de umas das dez maiores agências de Comunicação do Brasil e trabalhava em um escritório com espaços separados por núcleos de atuação. Atualmente, é empregado do fundo de previdência complementar de uma das maiores mineradoras do mundo e passou a trabalhar em um ambiente open space. Entre as dificuldades encontradas, João Paulo destaca o barulho. “Trabalho com escrita e preciso estar bem concentrado. O formato open space me coloca algumas barreiras, como ter mais barulho, maior acesso das pessoas para falarem comigo ou, mesmo, distrações que acontecem no ambiente e você acaba acompanhando”, aponta.
Diante desse novo modelo, João Paulo esclarece que precisou rever seu comportamento e adotar algumas regras de convivência. “Passei a utilizar salas de reunião para, quando necessário, me isolar para realizar determinado trabalho, e a usar fones de ouvido para sinalizar que estou em concentração. Pelo menos onde trabalho, não soa rude. As pessoas entendem a mensagem que é passada nas entrelinhas quando veem alguém com fones de ouvido. De todo modo, é questão de adaptação. O open space me causou estranheza em um primeiro momento, mas foi questão de pouco tempo para eu perceber que a integração que ele propõe é algo muito rico e valioso dentro do ambiente empresarial”, finalizou.
O diretor da Bullseye Executive Search, Jorge Martins, dá cindo dicas de comportamento no trabalho, independentemente de qual seja o formato do ambiente. Confira:
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