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VETERANOS, BABY BOOMERS, GERAÇÃO X,Y E Z. E VOCÊ, FAZ PARTE DE QUAL DELAS?

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InfográficoVárias gerações atuando juntas, compartilhando atividades, responsabilidades e opiniões. Esse é o atual cenário das organizações. Diante dessa realidade, é preciso saber lidar com o conflito geracional, isto é, conflito entre gerações, pois diante de perfis comportamentais tão diferentes, é preciso ter muito “jogo de cintura” e empatia para liderar, treinar e desenvolver profissionais para que eles possam fazer parte de um mesmo time, garantindo as melhores entregas para a empresa.
Segundo Renata Herta Weiss, gestora Nacional da área de Gestão da Estácio, o conflito geracional é algo natural e pode ser muito saudável. “O conflito organizacional, pode decorrer não apenas da diferença de gerações, mas sim da diferença de opiniões em função de percepções individuais, de formação cultural, de formação acadêmica, características pessoais, entre outros. O conflito quando bem gerenciado pode ser bastante produtivo e trazer bons frutos, aprendizado e crescimento para as organizações”, explica.
 É possível evitar esse tipo de atrito? Para a gestora, o conflito não precisa, nem deve ser evitado, pois se coibir a divergência de opiniões, a liberdade de expressão será cerceada. “Os colaboradores precisam ter um ambiente propicio para debates construtivos. Todo conflito, quando surgir, precisa ser bem conduzido, pois dele pode surgir excelentes ideias e oportunidades de melhorias”, adverte.
Além disso, as gerações podem trabalhar em harmonia e cooperação, no ambiente organizacional, desde que haja respeito e ética como base de qualquer relação. “Se prevalecerem o respeito mútuo, a capacidade de se colocar no lugar do outro e a busca do alcance dos objetivos comuns, a cooperação e a harmonia serão consequências naturais”, acrescenta Renata.

Mas, afinal, quais são as gerações? Conheça abaixo o perfil de cada uma:

Veteranos – formada por pessoas que nasceram entre 1925 e 1944. São profissionais que respeitam fielmente as regras e seus principais valores são moral, família e trabalho. São atraídos pela estabilidade, sendo muitos aposentados, mas permanecem no mercado de trabalho e preferem hierarquias rígidas, além de ficarem anos na mesma empresa.

Baby Boomers ganharam esse nome em referência ao grande crescimento populacional, após a Segunda Guerra Mundial. Nascidos entre 1945 e 1960, são funcionários assíduos e apreciam estabilidade, por isso, passam muitos anos nas empresas e, na maioria das vezes, no mesmo cargo.

Geração X- nascidos entre 1961 e 1980. Para as pessoas dessa geração, as hierarquias são menos rígidas, mas ainda importam. Também apreciam estabilidade e são profissionais comprometidos e consistentes em suas ações, além de estarem no auge da carreira, esperam mais reconhecimento profissional e, para isso, não necessariamente têm de estar dentro de um escritório. São ativos, dinâmicos e pensam em empreender. Lidar com a tecnologia e acompanhar os processos de mudanças constantes são os desafios encontrados por essa geração. Sentem-se bastante pressionados pela geração que os sucede (Y).

Geração Y – também chamada de Millennials, nasceram, aproximadamente, entre 1981 e 2000 e são marcadas pela revolução tecnológica. Enquanto os X tiveram de ser treinados para colocar em prática a tecnologia no seu dia a dia, os Y já entram no mercado de trabalho com essa realidade. São informais e, por isso, uma hierarquia rígida não é interessante, globalizados e a mentalidade é de que a organização precisa se adaptar ao indivíduo, e não o contrário. É a geração que mais desafia muitos gestores. Emocionalmente carentes e instáveis, querem trabalhar por paixão e com aquilo que gostam e, por isso, não se prendem a status social, e dinheiro é apenas uma forma de poder ser livre, o que diminui seu apego a ele.

Geração Z – nascidos a partir de 2001, a geração Z tem conectividade espontânea com o mundo virtual. Nasceram com a tecnologia em alta e não conhecem o mundo sem ela, por isso, fazem uso do recurso não apenas para trabalhar, mas para viver. Muitos desses jovens já estão iniciando sua carreira profissional nas empresas por meio de estágios. Por cultivarem relações extremamente superficiais, é desafio da gestão da empresa pensar em como as relações de trabalho vão se dar com a entrada dessa geração no mercado de trabalho.

 

E qual a sua geração?