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Engenharia de Petróleo

Tudo sobre o curso de Engenharia de Petróleo

Escrito por:

INTRODUÇÃO:

Contexto em que se insere o curso (elo com a realidade imediata do candidato)

Panorama geral do curso:

O curso de Engenharia de Petróleo da Estácio é integralizado em no mínimo de 10 semestres, com um total de 3726 horas incluindo a carga total de estágio de 160 horas, estando de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais do Ministério da Educação.

Cargos/carreiras são elegíveis à formação do curso: O bacharel em Engenharia de Petróleo pode atuar em diferentes campos de atividades na indústria de petróleo como campos de exploração e produção onshore, refinarias,  plataformas marítimas (offshore), petroquímicas e gestão política na área de hidrocarbonetos. O principal cargo é de Engenheiro de Petróleo, mas também pode atuar em cargos como Engenheiro de reservatórios, Engenheiro de Poços entre outros.

CURSO:

O que esperar do primeiro ano? Nos primeiros dois anos do curso (ciclo básico) comum para todas as Engenharias da Estácio, um forte conhecimento de disciplinas que envolvem conceitos avançados de cálculo, física, química e geociências é apresentado. No primeiro ano as disciplinas de Introdução ao cálculo, álgebra linear e cálculo vetorial abrem o caminho para a racionalização matemática aplicada para engenharia, ciências do ambiente e a indústria do petróleo e gás apresentam uma ideia do campo de trabalho e o atual panorama do Engenheiro de petróleo dentro da indústria de óleo e gás.

Quando começam as disciplinas específicas? As disciplinas específicas para o curso de Engenharia de Petróleo começam a partir do terceiro ano, disciplinas pertencentes aos quatros principais blocos exigidos pelas diretrizes nacionais do Ministério de Educação: Geociências, Engenharia de Poços, Engenharia de reservatórios e Processos de produção.

O curso possui estágio obrigatório? O aluno do curso de engenharia de petróleo deve fazer estágio curricular supervisionado obrigatório do curso, que proporciona ao aluno atuação, sob a supervisão de um profissional, que deve ser obrigatoriamente um engenheiro que atua em uma das atividades afim da engenharia de petróleo.

O curso solicita trabalho de conclusão de curso para se graduar?

Em conformidade com o parecer No: CNE/CES 1362/2001 de 12/12/2001, a realização de um trabalho de conclusão de curso (TCC) é obrigatória e dever ser utilizado como atividade de síntese e integração de conhecimento. No curso de engenharia de petróleo o desenvolvimento do TCC se dará nos dois últimos semestres do curso e será avaliado por uma banca examinadora.

PERFIL PROFISSIONAL:

Competências e habilidades mínimas que o profissional deverá desenvolver:

De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Engenharia (Parecer No: CNE/CES 1362/2001 de 12/12/2001), “o perfil dos egressos de um curso de engenharia compreenderá uma sólida formação técnico-científica e profissional geral que o capacite a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade”.

O egresso do Curso de Engenharia de Petróleo deve, no decorrer de sua formação, desenvolver competências e habilidades em diversas áreas (tecnológicas, gerenciais, humanísticas, sócio-políticas e ambientais), que culminarão no profissional com o perfil desejado como as seguintes:

Elaborar normas, procedimentos técnicos e estudos na área de exploração e produção de petróleo e gás natural;

Elabora estudos de viabilidade técnico-econômica e orçamentos;

Elaborar metodologias para a análise de cenários, nas áreas pertinentes à indústria de petróleo;

Elaborar relatórios técnicos, trabalhos para publicação, seminários e palestras na área de E&P de petróleo;

Projetar esquemas de perfuração e completação de poços;

Planejar, supervisionar, coordenar e atuar em projetos de perfuração, completação e perfilagem de poços;

Identificar os principais problemas na área de produção e de gerenciamento de jazidas;

Desenvolver e aplicar novas tecnologias pertinentes à indústria do petróleo;

Conduzir e atura em equipes que estejam relacionadas com projetos relativos às atividades pertinentes do engenheiro de petróleo.

MERCADO DE TRABALHO:

– Quais são as vagas mais ofertadas e o salário médio baseado nas pesquisas do conselho profissional específico:

No nível júnior, os salários variam de R$ 8 mil a R$ 12 mil; com certo tempo de experiência na função, a remuneração pode variar entre R$ 12 mil e R$ 15 mil. Já profissionais de alto nível de senioridade chegam a ganhar entre R$ 35 mil e R$ 45 mil.

Fonte: revista EXAME.

ESTÁGIO E TRAINEE:

– De quais períodos as empresas mais solicitam alunos:

As empresas na área de óleo e gás solicitam alunos especialmente a partir do 8° período onde já se tem um 75% de conhecimentos específicos do curso de Engenharia de Petróleo.

EXEMPLOS DO QUE O PROFISSIONAL PODE FAZER DEPOIS DE FORMADO:

– Desenho, projeção e análise das técnicas de perfuração.

– Simulação computacional de reservatórios de petróleo.

– Cálculo de reservatórios e recuperação das jazidas.

– Desenho dos sistemas de transporte e distribuição de óleo e gás natural.

– Elaboração de novos processos ou aprimoramento dos existentes para o processamento primário e secundário de óleo e gás natural.

– Promover o estudo do meio ambiente e segurança no desenho e na execução de projetos na área de óleo e gás.

CURSOS DE APERFEIÇOAMENTO:

-Engenharia de reservatórios

O curso envolve um estudo mais robusto nos seguintes tópicos: Simulação de reservatórios, desenvolvimento de métodos numéricos para escoamentos multifásicos, geração de algoritmos para malhas não-estruturadas, solução de grandes sistemas de equações, desenvolvimento de simuladores e utilização de softwares comerciais.

– Engenheiro de perfuração

A formação em engenharia é obrigatória, mas a habilitação pode variar bastante entre os profissionais desse ramo. Já que não existe pós-graduação em engenharia de perfuração, a especialização nesse ramo dá com treinamento prático, ou seja, com experiência na indústria de óleo e gás.

– Engenharia do gás natural:

O diferencial deste curso está no conhecimento específico na execução de projetos de viabilidade de instalação de plantas de cogeração com gás natural utilizando turbinas e motores a gás, ciclo combinado, células combustíveis e combustão híbrida com biomassa, execução de análise de conservação e economia de energia térmica em instalações industriais para a geração de calor, simulação de processo de combustão e em processos em câmaras de combustão entre outros.

Produzido pelo Professor Oscar Ariza, Coordenador Nacional do curso de Engenharia de Petróleo.