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Por que escolher o setor público?

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Durante o período na universidade – e até mesmo depois de concluir o curso –, é comum ter dúvidas sobre qual é o caminho certo para seguir na carreira: o setor público ou o privado. Se você faz parte do grupo dos indecisos, não precisa se assustar! Segundo uma pesquisa da empresa de treinamento CMOV, 80% dos universitários brasileiros têm dúvidas sobre o que fazer profissionalmente. A verdade é que não existe decisão certa, mas sim, pontos positivos e negativos de cada setor. Para ajudar, separamos as principais vantagens em escolher o mundo dos concursos públicos.

Segundo Sérgio Kudsi Sartori, professor de Educação Física da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de janeiro (FAETEC) e Conselheiro Federal de Educação Física, a estabilidade é um dos maiores atrativos para o funcionário público, além da possibilidade de desenvolvimento profissional, com um plano de carreira. Isso porque, uma vez que o candidato conquista a vaga, ele não pode ser demitido a qualquer hora e sem motivos.

Para além da estabilidade, o delegado Alexandre Neves Júnior acredita que a escolha deve ser vocacional. “Me interessei pela possibilidade de se trabalhar com o único objetivo de buscar o bem e a paz da sociedade, procurando fazer a diferença na vida das pessoas. Claro que a estabilidade e as demais vantagens que um cargo público oferece também foram um forte atrativo. Mas, esse papel social tão marcante sempre foi o ponto decisivo da minha escolha”, comenta Alexandre.

Nesse processo, uma coisa é certa: não existe fórmula mágica para a aprovação. Na opinião de Juliana Vianna, professora de Direito do Descomplica, curso pré-vestibular on-line, a palavra certa é persistência. “É importante que o candidato considere toda a sua conjuntura, pois cada prova tem um nível de dificuldade, cada banca tem formas próprias de avaliar e cada pessoa tem sua realidade de vida. Talvez a pergunta seja mesmo: quanto tempo, de fato, o aluno está disposto a investir em concursos? Porque a palavra de ordem é persistência, e dar o máximo de si é crucial, seja em duas ou oito horas diárias de estudo, por dois meses ou por vários anos”, explica a professora.

Para conquistar o cargo de delegado no Mato Grosso, por exemplo, Alexandre dedicava em torno de oito a dez horas por dia exclusivamente para isso. “A preparação é bastante pessoal e envolve fatores como estratégias de estudo, disciplina, estabilidade emocional e muita persistência. Eu demorei alguns anos para conseguir montar uma estratégia de estudo que se adequasse ao que eu precisava e ao meu perfil, envolvendo aulas, leituras de doutrina, lei e jurisprudência, além da elaboração de resumos”, conta o delegado.

Outro fator que influenciará diretamente no resultado do concurso é encontrar a melhor forma de organizar os estudos. Juliana Vianna destaca três pilares importantes:

  • Montar um plano de estudos
  • Revisar os conteúdos
  • Resolver exercícios anteriores

Fique ligado! Esse último item é, para Juliana, o trunfo dos concurseiros. “Parece uma regra básica ou apenas mais uma dica, mas a resolução de provas anteriores é o grande trunfo. Por meio da simulação da prova, a pessoa alcança todos os níveis de treinamento que precisa”, reforça a professora.

A oferta de concursos públicos durante o ano costuma ser bem vasta. Sendo assim, recomendamos que você comece a se organizar e se inscreva nas provas. Clique aqui e confira o calendário de  2019!